Por Que é Tão Difícil Respeitar a Identidade de Gênero?
A internet está em polvorosa. Após um recente photoshoot da ex-atleta olímpica, Caitlyn Jenner, que que recentemente assumiu a sua identidade como mulher trans, não se fala em mais nada nas redes sociais; todos têm uma opinião a dar sobre Caitlyn, que apesar de receber o apoio massivo de sua família, as polêmicas Kardashians, ainda sofre com pronomes de tratamento inadequados e a ignorância popular no que se refere a transgeneridade.
Uma das maiores atletas americanas assumir-se como mulher trans é um grandioso acontecimento, afinal para as trans tão marginalizadas e estigmatizadas, ter modelos bem-sucedidos, visibilidade na mídia é muito importante. Representatividade ajuda a viver melhor, com menos medo, dilui a ignorância, ainda que não totalmente.
Apesar de tudo, ninguém liga para as questões de gênero. Tudo o que importa é que "o pai das Kardashians se tornou mulher", sim, eu vi tal frase em um site de notícias, me faltam palavras para expressar o quão repugnante é tal atitude.
Uma das maiores atletas americanas assumir-se como mulher trans é um grandioso acontecimento, afinal para as trans tão marginalizadas e estigmatizadas, ter modelos bem-sucedidos, visibilidade na mídia é muito importante. Representatividade ajuda a viver melhor, com menos medo, dilui a ignorância, ainda que não totalmente.
Apesar de tudo, ninguém liga para as questões de gênero. Tudo o que importa é que "o pai das Kardashians se tornou mulher", sim, eu vi tal frase em um site de notícias, me faltam palavras para expressar o quão repugnante é tal atitude.
A indústria de entretenimento passou a beber cada vez mais da fonte dos LGBT, porém em determinado ponto, a visibilidade tornou-se extremamente específica; silenciaram transexuais, bissexuais foram discriminados pelos próprios gays e rotulados como "indecisos", lésbicas sofreram com a misoginia e machismo dos gays. Minorias foram digladiando-se até que restaram apenas gays brancos, bem-sucedidos e malhados. Não preciso nem dizer que se fôssemos ranquear qual destes grupos mais sofre as(os) transexuais ganhariam com uma larga vantagem.
Ser trans, desafiar a normatividade da mídia e fazer-se ser visto, ouvido, engolido por aqueles que clama a sua inexistência é um ato revolucionário. Transexuais são revolucionárias (os) apenas por existirem, por serem vistos e ouvidos e não buscar a validação desta doentia mídia que impõe padrões absurdos e opressores.
Caitlyn Jenner é uma revolucionária, e aqueles que descaracterizam a sua identidade são apenas retrógrados, alienados, inimigos do progresso, do povo e de sua rica diversidade. O ato de tornar-se que verdadeiramente somos é tão bonito, não deixemos que algumas pessoas ignorantes estraguem estes maravilhosos momentos. Vamos apoiar a diversidade, as pessoas, e não os rótulos, não o passado, mas sim o futuro, que é, mais do que nunca, brilhante e promissor.
Ser trans, desafiar a normatividade da mídia e fazer-se ser visto, ouvido, engolido por aqueles que clama a sua inexistência é um ato revolucionário. Transexuais são revolucionárias (os) apenas por existirem, por serem vistos e ouvidos e não buscar a validação desta doentia mídia que impõe padrões absurdos e opressores.
Caitlyn Jenner é uma revolucionária, e aqueles que descaracterizam a sua identidade são apenas retrógrados, alienados, inimigos do progresso, do povo e de sua rica diversidade. O ato de tornar-se que verdadeiramente somos é tão bonito, não deixemos que algumas pessoas ignorantes estraguem estes maravilhosos momentos. Vamos apoiar a diversidade, as pessoas, e não os rótulos, não o passado, mas sim o futuro, que é, mais do que nunca, brilhante e promissor.



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