18 de abril de 2015

Vênus Aquariana

Um poeminha sobre a minha Vênus, aflita porém livre.


Vênus Aquariana

Eu chorei as lágrimas das crianças daltônicas
As lágrimas das crianças atônitas
Perplexas em frente a brutalidade da beleza 
A ignorância do corpo nu

Requiém 
Ouço do além lamentos do que não sobreviveu
Melancólicos olhos de maré baixa
Ninfa do breu

Vênus retrógrada
Vênus aquariana
Vênus estoica
Vênus não-puritana 

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