10 de agosto de 2015

Justificando o Teu Jeito de Ser

Às vezes eu disparo a pensar nas pessoas que eu poderia me tornar, e é aí que escrevo desenfreadamente. Sei que prometi diversas vezes que não pensaria no futuro, mas dessa vez precisei, e acho que não quebrei a regra já que não me senti angustiado.
Eu pensei num futuro a dois. Mas não deu muito certo, era a dois pra mim, mas para o outro era a quatro, a seis, às vezes até a oito. Sou este eterno imã de extremistas, gosto de alguém que é socialmente extremo e relativamente imprevisível.
Eu já conheci pessoas doces e que eram gentis comigo, dispensei todas. Por que? Simples, eu não gosto de doçura, gosto de gente agridoce, ácida, mas doce não, gente doce demais me entedia. Aí você recorre para os seres humanos mais ambivalentes que poderia encontrar? Sim, e além disso vou atrás daqueles com naturezas opostas à minha. Sinto que só eu posso me satisfazer emocionalmente, e é isso que estou fazendo, sendo autossuficiente.
Talvez amanhã eu já nem goste mais dessa pessoa, talvez daqui a dois meses ainda goste, só sei que tem durado um tempo, não gosto disso. Quando você é um introvertido como eu tende a se apoiar demais nas pessoas que se interessam por você. Eu preciso de alguém que repare no que eu não falo, que me sinta, e não me veja. Quero ser visto para além do mundo sensorial.

ps: esse gif resume todos os meus relacionamentos.

0 comentários:

Tecnologia do Blogger.

Seguimores